Aula de modelagem em cerâmica

As moradoras da ACLB estão tendo aulas de modelagem em cerâmica todas as sextas-feiras, ministrada pela voluntária Cláudia Maria que anteriormente fez um trabalho semelhante no Instituto São Rafael.

Cláudia diz que o objetivo da aula é fazer com que as alunas percebam através do tato as formas e texturas da cerâmica, além de poderem desenvolver suas capacidades de conhecimento e habilidade manuais em trabalho com detalhes pequenos, bem como noções do espaço e seus planos.

As moradoras estão abraçando a ideia que além dos benefícios já citados pela Voluntária Cláudia, age de forma relaxante e terapêutica.
Confira um pouco do desenvolvimento das aulas:

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Moradoras do Lar das Cegas

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Jéssica (cuidadora), Cartiene e Maria Aparecida.

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Chica trabalhando com a argila

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Voluntária Cláudia auxiliando a Izaulina

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Voluntária Cláudia auxiliando as moradoras

Esse tipo de atividade é possível quando pessoas como a Cláudia se disponibilizam a fazer o bem por meio daquilo que sabem fazer. Ser voluntário é mais que uma boa causa, é satisfação pessoal e crescimento social. Venha ser um voluntário também.

Você conhece os Audiogames?

Os audiogames são jogos que utilizam o som para construir a jogabilidade do jogo, eliminando assim, o papel do vídeo. Tal característica os torna acessíveis para deficientes visuais de diferentes graus.

Existem diversos  tipos de audiogames, alguns contam com recursos gráficos, outros com sonoridades 3D ou normal, mas tudo depende da proposta do jogo.

A sonorização em 3D cria uma sensação de áudio em 360 graus que disponibiliza todo o auxílio que o jogador precisa para jogar e localizar todas as ações do jogo.

Os audiogames que não precisam desse modelo de áudio, utilizam o áudio simples que apenas indica uma ação e reação. Como acontece na adaptação de “Campo Minado”, por exemplo: o jogador se move no tabuleiro pelas setas do teclado e o efeito sonoro indica as casas disponíveis, as que já foram abertas, o limite do tabuleiro e a mina. Essa indicação sonora pode ser feita por um narrador ou por uma narrativa que oferece opções de movimentos para o jogador escolher.

Exemplo de audiogame:

As novidades no mundo dos jogos acessíveis ficam ao encargo da criatividade dos desenvolvedores. Alguns deles criam meios para que jogadores videntes também possam jogar, desenvolvendo jogos online com gráficos bem trabalhados e áudio imersivo que agrada a todos os públicos.

Além do entretenimento, os audiogames também podem ser usados como terapia para diferentes tipos de deficiência. No caso da visual, os jogadores desenvolvem sua audição e aperfeiçoam sua capacidade de percepção do ambiente, além de aumentar a confiança e autoestima. Para as pessoas videntes, esses jogos ajudam a testar a capacidade auditiva.

Fonte: TechTudo

 

A incrível arte de George Redhawk

George Redhawk é um artista gráfico nativo americano que começou seus projetos após perder parte de sua visão. Ele é portador de cegueira legal, que é quando uma pessoa tem visão menor que 0,1 ou 20/200. Isto é, para ver um objeto com clareza (usando lentes oftálmicas) uma pessoa com cegueira legal teria que ficar a seis metros dele, diferente de uma pessoa com a visão normal que poderia ver o objeto a sessenta metros.

George Redhawk lecionava medicina quando começou a perder sua visão, e a deficiência o forçou a desistir de sua profissão após quatro anos.

Sofrendo de distorções visuais criadas por sua mente ao tentar preencher as lacunas na sua visão, ele seguiu o caminho da tecnologia onde criou o projeto “The World Through My Eyes” (em português, “O Mundo Através de Meus Olhos”) que é feito em um software especial para deficientes visuais.

Nesse projeto, ele dá movimento às obras criadas por outros artistas criando incríveis GIFs hipnotizantes:

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GIF: George Redhawk, Original: Roberto Manetta

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GIF: George Redhawk, Original: Christian Martin Weiss

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GIF: George Redhawk, Original: Adam Martinakis

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GIF: George Redhawk, Original: Adam Martinakis

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GIF: George Redhawk, Original: Tomasz-Alen-Kopera

Apesar de possuir uma condição física limitada por causa de sua cegueira legal, George Redhawk ultrapassa tais limites por meio da arte.

Como são os sonhos de um deficiente visual

Sonhar com situações do dia a dia ou com aquele rosto que vimos pela manhã, é algo normal em nossas noites de sono. Mas você já se perguntou como são os sonhos de uma pessoa com deficiência visual? Nesse texto, iremos explicar melhor.

Nossos sonhos são compostos por imagens que temos em nossas lembranças, sejam de ontem ou de anos atrás. Sendo assim, as pessoas que ficaram cegas em algum momento de suas vidas, sonharão com o que elas viram antes de portar a deficiência, incluindo as cores. Mas as suas lembranças ficam “congeladas” na memória, assim, a idade das pessoas e de tudo que eles viram pela ultima vez, serão as mesmas.

Há quem perdeu a visão enquanto bebê ou bem novo, nesse caso, suas imagens serão bem rudimentares, pois os bebês não enxergam muito bem.

No caso de quem já nasceu com deficiência visual, os sonhos são lembranças do dia a dia e de suas vivências, iguais aos nossos. Mas nesse caso, como eles não possuem lembranças visuais, seus sonhos são compostos por imagens perceptivas como imagens auditivas, táteis, olfativas e gustativas. E mesmo sem terem imagem visual, a sensação que um deficiente visual de nascença tem ao sonhar, é a mesma em relação a uma pessoa que pode enxergar.

Apesar de possuírem suas limitações, as pessoas com deficiência visual não são tão diferentes das pessoas que enxergam, nem em seus cotidianos e nem em seus sonhos.

Twitter libera fotos com legendas para pessoas com deficiência visual

Entender as necessidades dos usuários e atendê-las da melhor maneira possível  é um desafio constante pra maioria das marcas. O Twitter, por exemplo, vem buscando atender aos pedidos de seus usuários, como: remover a capacidade de caracteres, editar tuítes e melhorar os mecanismos de pesquisa. Mas, desta vez, a prioridade da rede social foi em prol da acessibilidade de pessoas com deficiência visual e isso é algo que merece destaque aqui no blog. 🙂 

No dia 29 de março, o microblog anunciou um  novo recurso que permite que seus usuários adicionem uma descrição nas imagens, de até 420 caracteres, o que funcionará como um texto alternativo.  

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Com esse novo recurso, as pessoas que possuem leitores de tela e apresentações em braille, poderão saber como é a imagem postada. Para poder legendar as fotos é preciso ativar o recurso disponível para IOS e Android. Nas configurações de acessibilidade do aplicativo, ative a opção “escrever descrição de imagens” ou “compor descrições de imagem”. Assim, clicando em “adicionar inscrição” na próxima postagem, você poderá adicionar uma descrição de texto à sua imagem. 

Cinco meios de comunicação com um surdocego

A surdocegueira se dá quando a visão e a audição são prejudicadas simultaneamente e em graus de perda diferentes. Ela não é uma somatória das deficiências, podendo não haver a perda total dos dois sentidos.

Por ser desprovida de dois sentidos sensoriais importantes, a pessoa com surdocegueira tem dificuldades para desenvolver a compreensão do ambiente, o que muitas vezes pode gerar um isolamento das informações ao seu redor. Pensando nisso, reunimos cinco meios que podem te ajudara entender a comunicação com um surdocego.

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Cuidadora Amanda falando com a moradora Francisca

1. INTÉRPRETES E LÍNGUA DE SINAIS

Um surdo de nascença tem a língua de sinais como a materna. Com a perda visual, o surdocego visualiza mentalmente as características de cada sinal através do movimento. Já o intérprete do surdocego, na maioria das vezes exerce também a função de guia e guia-intérprete.

2. BRAILLE

A técnica Braille consiste de pontos em relevo que combinados formam letras e números. A técnica Braille constitui-se de “seis pontos não obrigatoriamente em relevo” para estabelecer uma comunicação, ou seja, onde houver a possibilidade de trabalhar “seis pontos”, a técnica Braille estará sendo usada e bem aceita.

3. ALFABETO DACTICOLÓGICO

Cada uma das letras do alfabeto corresponde a uma determinada posição dos dedos da mão. Trata-se do alfabeto manual utilizado pelas pessoas surdas. Apenas no caso da surdocegueira que esse alfabeto é adaptado para a versão tátil.

4. TABLITAS DE COMUNICAÇÃO

Fabricadas em plástico sólido, as letras e os números são representados em relevo,assim como caracteres do sistema Braille. As letras e os números estão superpostos aos caracteres Braille. O dedo da pessoa surdocega é levado de uma letra/número a outra (o) ou de um caractere a outro, estabelecendo desta forma a comunicação.

5. LETRAS DE FORMA

A única condição necessária para que funcione é que nosso interlocutor conheça as letras maiúsculas do alfabeto: As letras são feitas na palma da mão, ou em qualquer outra parte do corpo do surdocego. Então o dedo indicador do interlocutor ou o dedo do surdocego funcionam como uma caneta.

Pode parecer complicado se comunicar com uma pessoa surdocega e a falta de instrução pode ajudar para que isso seja verdade. Mas com um pouquinho de ajuda e muito carinho, todos nós somos capazes de nos entender.

Fonte: Olhos da Alma

XI Festival de Sorvete

Realizamos com sucesso a 11° edição do Festival de Sorvete da ACLB. O evento aconteceu neste sábado, dia 19, e pudemos compartilhar uma tarde agradável ao lado de todos os presentes.

Gostaríamos de agradecer ao Colégio Nossa Senhora das Dores por nos ceder o espaço necessário. Somos gratos também a todos que de alguma forma contribuíram para a realização do nosso evento, desde o planejamento até a execução.

Confira aqui algumas fotos do nosso evento e aguardamos você no nosso próximo Festival.

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