Show Nossa Amizade

Show Nossa Amizade em comemoração aos 84 anos da Associação de Cegos Louis Braille com Sá e Gabriel Sater

Luiz Carlos de Sá e Gabriel Sater montaram uma apresentação com músicas que compuseram e vão realizá-la, em caráter beneficente para a Associação de Cegos Louis Braille, no dia 07 de novembro às 21 horas.

Sá & Gabriel Sater | Nossa Amizade

Show Nossa Amizade | Sá & Gabriel Sater | dia 07/11/2017 | SESC Palladium

Este é o nosso pedido — ajude a divulgar e solicite apoio para o show. Use a extensão da sua rede: Instagram, Telegram, WhatsApp, Twitter, Facebook, Blogs, etc. Use o espirito de cidadania e a criatividade para criar sua própria mídia ou retransmita o cartaz feito pela voluntária.

E venha no dia 07/11 assistir e confirmar o sucesso do seu trabalho de divulgação!

Dia 07/11 às 21 horas no SESC Palladium
Av. Augusto de Lima, 420 – Centro
Informações: 3270-8100

Ingressos no link do site Ingresso Rápido:
https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=2774

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Convite para Audiência Pública

Audiência Pública para tratar da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Convidamos todos(as) a participarem da Audiência Pública que acontecerá no dia 22 de setembro de 2017, de 08:30 às 12:30, no auditório da Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região, localizada à Rua Bernardo Guimarães, nº 1.615, Bairro Funcionários, Belo Horizonte – MG.

Mais informação no Edital:
Edital – Audiencia Publica – FIA PCD

A força e a importância do Outubro Rosa

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama, alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos. Visando a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce nasceu o Outubro Rosa, movimento popular comemorado em todo o mundo.

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O nome remete à cor do laço que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano, esse mês se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc.

Infelizmente são esperados para o Brasil em 2016,  57.960 novos casos de câncer de mama, tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, esse tipo de câncer é o mais frequente nas mulheres das Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

O importante na realidade é focar este sério assunto nos 12 meses do ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro. No entanto, este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais.

Assim como o câncer de mama, existem outras doenças podem ser evitadas com antecedência por meio da prevenção. Não deixe sua saúde para trás, mantenha os cuidados em dia e garanta uma vida saudável e tranquila.

Via: Outubro Rosa | INCA

Paralimpíadas: Como os atletas deficientes visuais competem com seus guias

Os Jogos Paralímpicos recebem atletas com diversas deficiencias, dentre elas os deficientes visuais. Dos esportes que eles praticam, alguns requerem o auxílio de guias para a própria liberdade esportiva do atleta. Confira abaixo como funciona a competição para atletas e seus guias em diferentes esportes:

Natação

Na natação, os atletas com problemas de visão competem com o auxílio do tapper na beira na piscina, a pessoa que os avisa quando estão prestes a chegar ao final, para que girem e finalizem a prova.

De acordo com a explicação da Federação Espanhola de Esportes para Cegos à Verne, esse papel costuma ser exercido pelos técnicos e treinadores de cada atleta, que com uma ferramenta personalizada dão leves toques na cabeça dos nadadores. Existem diversos dispositivos para o tapping. O mais comum é o bastão com espuma sintética em um dos lados.

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Dentro da piscina, para não sair de suas raias, os nadadores com deficiência visual encostam nas cordas que separam as balizas. Além disso, o regulamento obriga todos os nadadores que competem na categoria S11 (Atletas com deficiência visual/cegueira) a levar óculos escuros. Dessa forma, os que têm certo grau de percepção competem nas mesmas condições dos que perderam completamente a visão.

Ciclismo

Os atletas com deficiência visual competem na modalidade Tandem com um guia com visão na categoria B dos Jogos Paralímpicos. O piloto com visão fica na parte da frente e como copiloto, na parte de trás da bicicleta, fica a pessoa com deficiência visual.

No site Alto Rendimento, Pedro García – preparador físico e competidor no tandem com Fernando Pérez Hornero – explica que nessa modalidade é fundamental trabalhar durante os treinamentos com a coordenação e a confiança entre os dois corredores. Os dois ciclistas não só devem pedalar na mesma sintonia, como também devem sair da bicicleta, virar e manter o equilíbrio ao mesmo tempo em situações complicadas.

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Atletismo

De acordo com a Federação, só existem três provas que os atletas com deficiência visual não podem competir: as de obstáculos, as corridas com barreiras e o salto em altura. Podem competir nas outras provas de atletismo adaptando-se às modificações previstas no regulamento.

Nessa categoria existem dois tipos de acompanhantes: os guias atletas, que entram na pista durante as corridas, e os guias indicadores, que orientam os atletas nas provas de salto e nos lançamentos de disco e pelo.

Segundo Pedro Maroto, técnico responsável pelo atletismo paralímpico, os guias hoje em dia são “quase profissionais. Precisam ter uma marca melhor que o atleta e se o atletismo sobe o nível, os guias também precisam fazê-lo”. Os treinamentos, diz Maroto, são realizados de forma conjunta e “a coordenação entre ambos é essencial, sendo até mesmo interessante que tenham as mesmas medidas antropométricas”.

Os guias atletas utilizam uma corda para competir unidos pela mão. Segundo Maroto as cordas devem respeitar duas regras: “Não serem elásticas e não medirem mais de um metro”. Além disso, guia e atleta “devem sempre correr juntos e os guias não podem impulsionar e empurrar seu atleta”.

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Na prova de Maratona a regulamentação do Comitê Paralímpico Internacional permite que cada deficiente visual leve dois guias, que podem revezar nas quilometragens 10, 20 e 30.

Os guias indicadores, por sua vez, avisam o momento exato em que o atleta deve realizar um salto ou lançamento para orientá-lo na zona regulamentar e evitar que pise, por exemplo, nas linhas de penalização. Maroto explica que isso é feito “com palmas, vozes ou outra orientação acústica”. Nas provas de salto em distância, a tábua de impulsão é substituída por uma marca de cal que permite medir o salto do ponto exato em que se produz a última pegada.

O arremessador de disco e peso David Casinos, tetracampeão nos Jogos Paralímpicos, conta que além das indicações do guia, é fundamental a orientação da cabeça e o trabalho de pernas para arremessar o objeto na direção desejada.

Triatlo (Categoria: PT5)

Diferentemente de outras corridas de fundo como a maratona, onde os paralímpicos cegos contam com dois guias – que se revezam na metade da prova –, na categoria PT5 de triatlo os competidores levam um único guia para as três modalidades, como explica o regulamento da Federação Internacional de Triatlo. Guia e competidor devem ser do mesmo sexo e nacionalidade.

Héctor Catalá, campeão da Espanha e da Europa de triatlo PT5, explica como trabalha com seu guia durante a corrida: “Na natação vamos unidos pela cintura ou perna, e é o guia que nos dirige para as boias”, conta. “No ciclismo é onde mais nos diferenciamos, já que usamos uma bicicleta de dois lugares. Por sermos duas pessoas fazendo força sobre a mesma transmissão, em circuitos planos, voamos. Na subida, a vantagem já não é tão evidente”. Depois, na corrida, “há duas opções, amarrados pelo cinto portadorsal ou com uma corda, segurando uma ponta cada um”.

Os Jogos Paralímpicos do Rio serão os primeiros da história em que haverá competição de triatlo.

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Futebol

Nos jogos do Rio existem duas modalidades de futebol: o futebol de 7, para diferentes graus de deficiência, e o futebol de 5, exclusivo para deficientes visuais. Esta modalidade, conforme explica o regulamento da Federação Internacional de Esportes para Cegos, é jogada em terreno descoberto para permitir uma acústica ideal. Os três terços do campo são demarcados e, atrás dos gols, encontra-se a área de guias.

As funções do guia, conforme explica o pesguisador Guido Gastón Suárez são: orientar aos jogadores no terço ofensivo do campo, indicar a distância de um jogador até o gol, informar do número de defensores que um jogador tem entre o gol adversário e ele mesmo, ajudar a saber o ângulo do gol, indicar a posição dos companheiros e orientar os jogadores quando devem ir para a defesa. A bola é equipada com guizos para que os jogadores saibam sua posição e trajetória.

Judô

O judô é, conforme explica o site da Federação Espanhola de Esportes para Cegos, uma das modalidades com menos modificações em relação à olímpica. “Existe somente uma modificação do regulamento, que determina que as provas devem começar com os dois esportistas agarrados”, descreve. “Se os judocas se soltarem em algum momento, o árbitro interromperá a prova para que voltem a se agarrar”.

Além dos gestos convencionais com que os juízes se comunicam, o judô para deficientes visuais inclui novos sinais auditivos e táteis para transmitir as decisões aos esportistas. Por exemplo, o regulamento de judô da Federação Internacional de Esportistas Cegos determina que “cada vez que o árbitro anunciar um ponto ou penalidade, além de utilizar o termo e o gesto convencionais, deverá anunciar ao (azul) ou shiro (branco), em função do atleta em questão”.

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No judô paralímpico competem somente atletas com deficiência visual. Não há categorização e os competidores são divididos por peso, da mesma maneira que os atletas não deficientes.

Via: El País

Crianças: Doenças oculares que podem ser evitadas com a prevenção

a Com a Oftalmologia atual pelo menos 70% das causas de cegueira e grave comprometimento visual infantil são preveníveis ou possuem tratamento efetivo. Contudo, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia estima que atualmente, no Brasil, 30 mil crianças estão cegas por doenças oculares que poderiam ser evitadas ou tratadas precocemente. Outras 140 mil são portadoras de baixa visão, ou seja, mesmo após correção óptica, ainda são visualmente deficientes.

A atitude para reverter este quadro exige cuidado multidisciplinar com todos os profissionais que acompanham a mulher desde antes do nascimento até os primeiros anos de vida do bebê. Segundo a especialista Andrea Zin, no nascimento e ao longo dos primeiros anos de vida, a principal estratégia de triagem é a realização do teste de reflexo vermelho, popularmente conhecido como teste do olhinho. “Esse teste simples é feito pelo pediatra e obrigatório por lei e gratuito, há mais de 10 anos, em diversos estados brasileiros”, ressalta Andrea Zin.

De acordo com o levantamento realizado pelo CBO, aproximadamente 20% das crianças em idade escolar apresentam distúrbios oftalmológicos em decorrência de erros refracionais não corrigidos (ex: falta de óculos), estrabismo e ambliopia (diminuição da intensidade visual). “Dessas crianças, estima-se que 5% apresentem menos de 50% da visão normal”, destaca a oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho.

Segundo ela, diferente da pessoa que nasceu com a visão íntegra e, por diferentes causas, adquiriu a baixa visão na idade adulta, a perda da integridade do sistema visual nos primeiros anos de vida causa um grave impacto no desenvolvimento global, como problemas de autoestima, dificuldade de aprendizado e baixo desempenho escolar. Além disso, essa criança tem necessidade de educação especial e material adaptado. Do total de gastos com cegueira no mundo, 30% são direcionados aos cuidados com as crianças cegas. “A cegueira também tem relação direta com a taxa de mortalidade abaixo dos 5 anos. Estima-se que 60% das crianças precocemente cegas, morrem ainda na infância”, ressalta Andrea Zin.

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Veja abaixo a lista das cinco principais causas de cegueira e baixa visão infantil no Brasil:

Toxoplasmose ocular congênita (14 a 40%)

Doença causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. O comprometimento ocular é a manifestação mais comum da toxoplasmose, e a doença é a principal causa de inflamação da úvea no mundo, podendo levar à sequela visual grave. 

Prevenção: para inibir a infecção é recomendado evitar o consumo de carnes cruas ou mal cozidas, lavar adequadamente utensílios domésticos após contato com carne crua, consumir água fervida ou tratada, limpar frutas e vegetais antes do consumo, utilizar luvas para a manipulação do solo e caixas de areia, e controlar a alimentação e circulação de gatos.

Tratamento: uma vez feito o diagnóstico de toxoplasmose aguda na gestação, o tratamento busca diminuir o risco de parasitas presentes na corrente sanguínea e, consequentemente, a transmissão de mãe para filho. “Neonatos com infecção congênita confirmada devem sempre receber tratamento antiparasitário no primeiro ano de vida, independentemente da presença ou não de sintomas”, afirma Andrea Zin. Em caso de lesão na retina no recém-nascido, pode ser indicado o uso de corticoide sistêmico, com o objetivo de diminuir o risco de complicações oculares secundárias à inflamação intraocular. 

Catarata infantil (7 a 19%)

A catarata pediátrica é uma das principais causas tratáveis ou preveníveis de cegueira na infância. “Uma criança com catarata congênita total bilateral, ou seja, nos dois olhos, não operada antes dos 3 meses de vida, desenvolverá nistagmo (movimento oscilatório e/ou rotatório do globo ocular) e será cega por toda a vida”, destaca Keila Monteiro.

Prevenção: o objetivo é a identificação e tratamento precoce. O teste do reflexo vermelho é a forma mais adequada para detecção precoce da catarata em crianças e deve ser realizado durante as primeiras semanas após o nascimento e três vezes no ano até o segundo ano de vida. Para ser considerado normal, o examinador deve enxergar um reflexo vermelho ou alaranjado e simétrico. 

Tratamento: quando a catarata compromete o eixo visual, o tratamento é, basicamente, cirúrgico. As modernas técnicas cirúrgicas e avanços no uso de equipamentos e insumos, como viscoelásticos e lentes intraoculares, têm melhorado sensivelmente os resultados anatômicos e visuais das cirurgias de catarata em crianças.

Retinoplastia da prematuridade (3 a 21%)

É uma doença que compromete a vascularização da retina imatura dos recém-nascidos prematuros. Estima-se que existam no mundo cerca de 1,5 milhão de crianças cegas. Destas, 100 mil estão na América Latina, e cerca de 20% dos casos a cegueira ocorrem pela retinopatia da prematuridade.

Prevenção: é uma doença diretamente ligada ao nascimento prematuro, assim, a melhor forma de prevenção é através da realização do pré-natal. Os fatores de risco para a doença relatados na literatura são prematuridade, muito baixo peso ao nascer, síndrome do desconforto respiratório, sepse, transfusões sanguíneas, gestação múltipla e hemorragia intraventricular.

Tratamento: existem vários estágios da doença e apenas os casos mais graves têm indicação de tratamento, pelo risco de complicações e cegueira. Quando indicado, o tratamento é realizado através da fotocoagulação retiniana, normalmente com laser diodo ou argônio sob anestesia local.

Glaucoma congênito (11 a 18%) 

O termo glaucoma infantil representa um grupo de doenças raras que tem como característica a pressão intraocular elevada, lesão no nervo óptico, impacto no desenvolvimento do globo ocular e da acuidade visual.

Prevenção: os cuidados começam com a realização de exames pré-natais para identificação e tratamento de doenças infecciosas congênitas e aconselhamento genético para doenças hereditárias, como o glaucoma. Ao nascimento e ao longo dos primeiros anos de vida, a principal estratégia de triagem é a realização do teste do reflexo vermelho. 

Tratamento: o glaucoma na infância requer intervenção cirúrgica em praticamente todos os casos. Em geral, 25% necessitam de uma segunda intervenção no primeiro ano após o diagnóstico.

Atrofia ótica (10,5%)

A atrofia do nervo óptico resulta na desconexão das ligações nervosas que unem o olho ao cérebro. Quando chega ao ponto de atrofiar, o nervo óptico não transmite mais os sinais luminosos para o cérebro montar a imagem.

Prevenção: como a atrofia é o ponto final do processo de perda de visão pelo desligamento do nervo óptico, suas causas podem ser variadas. Os principais sinais do processo de atrofia são visão embaçada, perda aguda da capacidade de distinção das cores, diminuição da acuidade visual (qualidade da visão) e a perda do campo visual (quantidade de visão).

Tratamento: o tratamento é realizado de acordo com a causa da atrofia do nervo ótico. Se o processo de atrofia for causado pelo glaucoma, não há cura, apenas tratamento para estagnar a perda de visão e proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente. Nas outras situações, tratando a causa, o processo de atrofia desaparece.

Via: Jornal do Brasil

Simpósio: Arte e deficiência visual – UFMG

Este simpósio parte da ideia de que uma suposta limitação não é somente algo que pode tornar impossível uma determinada experiência, mas é, sobretudo, a possibilidade de descobertas de novas maneiras de fazer e perceber o mundo.

Programação

✦ Dia 26 de agosto

Práticas artísticas sem o uso da visão

– Local: Sala Espaço Cardoso, Teatro Universitário UFMG

● 09:00 às 12:30 –  Oficina de Dança (Profas. Marise Dinis e Anamaria Fernandes)

● 14:00 às 15:30 – Oficina de Circo (Profa. Maria Clara Lemos dos Santos)

● 16:00 às 17:00 – Oficina de Fotografia (Prof. Lelo Araújo)

 

✦ Dia 27 de Agosto

– Local: Auditório da Escola de Belas Artes/UFMG

● 14:00 – Café concerto

● 14:30 –  Exibição fotográfica do artista Lelo Araújo

● 15:00 – Palestras:

“Artes visuais e deficiências visuais” – Prof. Flávio Oliveira

“Audiodescrição em dança” – Profa. Lilian Freitas Vilela

● 16:00 – Partitura em Braille – Centro de Apoio ao Deficiente Visual – UFMG

● 16:30 – Debate sobre o simpósio

● 17:30 – Performance: dança, improvisação e audiodescrição com Marise Dinis, Lilian Vilela e Anamaria Fernandes

● 18:00 – Encerramento do Simpósio

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Acessibilidade:

✦ Dia 26 (Sala Espaço Cardoso): Entrada pela Antônio Carlos, 1º rua à direita, 1º prédio à direita. A sala fica no primeiro andar.

✦ Dia 27 (Auditório da Escola de Belas Artes): Entrada Antônio Carlos, 1º prédio à direita. Possibilidade de acesso por elevador.

Qualquer dúvida ou dificuldade quanto à acessibilidade ligar para:

Anamaria Fernandes: 99870 9652 ou Duna Dias: 99272 1427

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Inscrições: gratuitas e obrigatórias.

Vagas limitadas: anamariafernandes160@gmail.com

XII Arraiá das Cegas

O nosso Arraiá das Cegas aconteceu no dia 25 de junho e como já era esperado, foi um grande sucesso!
A festa começou às 17h no Instituto São Rafael e a alegria e fartura tomaram conta do local. Caldos, canjica, pipoca e quentão à vontade fizeram parte da festa aquecendo a todos os convidados naquela noite agradável.
A ACLB gostaria de agradecer a todos os envolvidos e voluntários que trabalharam para a realização dessa festa, desde o planejamento até a execução. Agradecemos também ao Centro Cultural Arraiá do Me Larga Cumade pela apresentação de quadrilha maravilhosa e cheia de energia que complementou nossa noite.
Que venha o próximo Arraiá das Cegas!

Confira as fotos:

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